sábado, 9 de agosto de 2014
A nossa preferidinha - PAULISTÂNIA CLARA!
Ele já falou um pouco sobre ela, e chegou a minha vez de declamar o meu amor por essa cerveja que roubou o nosso paladar.
Ela é A preferida pois, de todas as diferentes que tomamos ela é a do preço acessível, que cabe no bolso uma vez e outra, e também não tem o gosto super marcante. Ela é muito parecida com a que estamos acostumados, só que um pouco mais encorpada, exatamente na medida.
O Bruno contou a nossa primeira vez com ela, e eu venho a contar que ela não nos abandona mais. Quando vemos o nome dela no cardápio de cervejas já temos certeza de nossa escolha. Ela é escolhida com batata frita, petiscos de bar, carne de ancho e até mesmo com o prato feito. Ela não faz a harmonização perfeita ressaltando algum gosto específico (como lemos muito em blogs que parecem entender mais sobre isso), ela simplesmente cai muito bem.
Três lugares de comida ótima e que vale a pena pedir a Paulistânia.
- Chivito de Ouro: meio bar, meio restaurante, meio buteco, há duas quadras do metrô Vila Madalena, ou seja, do lado de casa, e que tem um prato feito delicioso. A feijoada de sábado é super bem servida e só de falar começou a dar água na boca. E o preço é a melhor parte, um dos lugares mais honestos de São Paulo, muita comida, e cerveja por um preço que cabe no bolso, considerando a localização e o sabor.
-Lola Parrilla: é um restaurante argentino muito bonitinho na Vila Madalena, mas não sei bem como é o cardápio deles em dias convencionais, porque fomos na data do Restaurante Week almoçar. Nessa semana em São Paulo vários restaurantes geram dois ou três tipos de cardápio por um preço fixo, se eu não me engano era 39,90 almoço e 49,90 janta. É muito justo porque os pratos incluem entrada, prato principal e sobremesa.
No Lola Parrilla, reservamos um dia antes e tinhamos as seguintes opções (pedimos tudo já que somos curiosos e estavamos em dois):
entrada - uma salada ou calabresa acebolada (pedimos os dois para experimentar tudo), ambos muito bem temperados. Também tinha a divulgação de um carro na porta que nos deu de cortesia dois vale pastéis, que são ótimos!
prato principal - Bife de Ancho com arroz temperado e farinha de biju (O melhor bife que já comemos!!!) e Lasanha de Beringela e queijo ao sugo (a lasanha era gostosa porém o molho deixou a desejar, tinha um gosto forte, semelhante a pomarola e somos bem chatos quando o assunto é molho)
sobremesa - churros com doce de leite (ao ver essa opção, obviamente todo o resto ficou embaçado. haha o doce de leite era muito bom, mas o churros veio um pouco frio)
bebida: Paulistania (cobrada a parte, porém combinou com o bife de tal forma que não aconselho pedir outra coisa)
-BH Lanches: fomos atraídos para lá pela fama de melhor coxinha da cidade. Pedimos a coxinha, porém só tinha a sem catupiry, o que pra mim é essencial, e nos decepcionamos. A coxinha é boa, mas não é nada demais. Porém era hora do almoço e experimentamos o PF do lugar. O boteco é bem simples mas a comida é bem temperada e muito gostosa. E encontrar, a uma quadra da paulista, um arroz, feijão, bife, ovo e batata frita por 14 reais é sempre bom, ainda mais quando a comida tem qualidade. Ah, peça a pimenta deles é ardida mas super saborosa.
Lá acompanhamos esse pratinho básico com uma Paulistânia, confesso que pedidos primeiro a Teresópolis para experimentar mais uma (isso é pra outro post), mas já adianto que somos muito bairristas e não trocamos essa maravilha de São Paulo por uma fluminense.
Bom, pra encerrar esse Post que foi mais gourmet do que cervejeiro, digo que a Paulistânia Clara é uma cerveja que vale a pena ser experimentada.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Rua Paulistânia, São Paulo, SP, paulista, paulistana, Paulistânia.
Conforme prometido no post inaugural do blog, não manteríamos uma regularidade entre uma postagem e outra. Estas surgiriam conforme a inspiração do momento. E cá estou eu, enquanto a muié trampa pra botar comida na mesa, botando os miolos pra funcionar com meus afazeres acadêmicos quando me surge a vontade de relatar nossos encontros com mais uma de nossas queridinhas: a Paulistânia.
Foi coisa do destino. Acompanhando os pais da Giovanna em uma sexta-feira a noite procurávamos um lugar próximo (pois decidimos ir a pé) para beber chopp. Não beberíamos cerveja aquela noite, somente chopp, pois o pai dela gosta muito de Chopp Brahma Black e a mãe dela não toma cerveja, só chopp (sabemos que não faz sentido mas é assim mesmo, haha). Passamos em 4 bares próximos à casa deles e nenhum, aquele dia, estava servindo chopp. Num primeiro momento frustração. E então decidimos que não procuraríamos mais; no último destes 4 paramos. Um simpático bar/lanchonete/restaurante (com uma equipe não tão simpática assim nos servindo) que por anos esteve embaixo do nariz deles. Na esquina da Av. Heitor Penteado (praticamente em frente de onde eles moraram durante anos) com a (predestinada) Rua Paulistânia: foi então que nos sentamos no Chivito de Ouro.
Uma surpreendente carta de cervejas mostrava algumas importadas e algumas nacionais...como praticamente sempre costumávamos pedir uma Original resolvemos que por R$ 1,00 de diferença valeria mais a pena experimentarmos algo novo. Sim, somente R$ 1,00. Não que a Paulistânia saísse módicos R$ 5,00...o problema eram as outras cervejas nacionais, aquelas líderes de mercado: Brahma, Skol, Antarctica, Original...todas R$8,00. Nada muito espantoso tratando-se de um bar. Mas uma Paulistânia, trincando de gelada, num copo muito fera (da própria marca) por R$ 9,00 não pode-se deixar passar.
Enfim, a questão não era o preço, mas sim experimentar algo novo. Quando se experimenta algo novo sensação pode ir de nojo ao êxtase, com infinitas possibilidades entre estas duas. Pois podemos afirmar que, pelo menos para nós dois a sensação chegou muito mais próximo da melhor possível.
Amamos cerveja, mas não todo e qualquer tipo, é óbvio. Entretanto a Paulistânia nos proporcionou tudo de melhor que esperamos em uma cerveja: amargor médio pra forte (quer dizer que não é uma Guinness, muito amarga, muito menos uma Delirium Red, muito doce); encorpada (ou seja, não é mais pra água nem mais pra mingau); teor alcoólico leve, o que deixa ela refrescante e fácil de beber. Minha nota é 10.
Há neste caso um apelo mais que cervejeiro...tornou-se para nós uma coisa sentimental. Hoje, cada vez que entramos em um bar ou restaurante e vemos que tem Paulistânia no menu nosso dia melhora, haha. Mas as outras histórias vão ficar a cargo da Giovanna, até porque já me alonguei mais do que deveria. Ficam aqui mais registros felizes de nossas andanças e bebericadas. Até.
Foi coisa do destino. Acompanhando os pais da Giovanna em uma sexta-feira a noite procurávamos um lugar próximo (pois decidimos ir a pé) para beber chopp. Não beberíamos cerveja aquela noite, somente chopp, pois o pai dela gosta muito de Chopp Brahma Black e a mãe dela não toma cerveja, só chopp (sabemos que não faz sentido mas é assim mesmo, haha). Passamos em 4 bares próximos à casa deles e nenhum, aquele dia, estava servindo chopp. Num primeiro momento frustração. E então decidimos que não procuraríamos mais; no último destes 4 paramos. Um simpático bar/lanchonete/restaurante (com uma equipe não tão simpática assim nos servindo) que por anos esteve embaixo do nariz deles. Na esquina da Av. Heitor Penteado (praticamente em frente de onde eles moraram durante anos) com a (predestinada) Rua Paulistânia: foi então que nos sentamos no Chivito de Ouro.
Uma surpreendente carta de cervejas mostrava algumas importadas e algumas nacionais...como praticamente sempre costumávamos pedir uma Original resolvemos que por R$ 1,00 de diferença valeria mais a pena experimentarmos algo novo. Sim, somente R$ 1,00. Não que a Paulistânia saísse módicos R$ 5,00...o problema eram as outras cervejas nacionais, aquelas líderes de mercado: Brahma, Skol, Antarctica, Original...todas R$8,00. Nada muito espantoso tratando-se de um bar. Mas uma Paulistânia, trincando de gelada, num copo muito fera (da própria marca) por R$ 9,00 não pode-se deixar passar.
Enfim, a questão não era o preço, mas sim experimentar algo novo. Quando se experimenta algo novo sensação pode ir de nojo ao êxtase, com infinitas possibilidades entre estas duas. Pois podemos afirmar que, pelo menos para nós dois a sensação chegou muito mais próximo da melhor possível.
Amamos cerveja, mas não todo e qualquer tipo, é óbvio. Entretanto a Paulistânia nos proporcionou tudo de melhor que esperamos em uma cerveja: amargor médio pra forte (quer dizer que não é uma Guinness, muito amarga, muito menos uma Delirium Red, muito doce); encorpada (ou seja, não é mais pra água nem mais pra mingau); teor alcoólico leve, o que deixa ela refrescante e fácil de beber. Minha nota é 10.Há neste caso um apelo mais que cervejeiro...tornou-se para nós uma coisa sentimental. Hoje, cada vez que entramos em um bar ou restaurante e vemos que tem Paulistânia no menu nosso dia melhora, haha. Mas as outras histórias vão ficar a cargo da Giovanna, até porque já me alonguei mais do que deveria. Ficam aqui mais registros felizes de nossas andanças e bebericadas. Até.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Gutes Essen und gutes Bier.
Do alemão: boa comida e boa cerveja. É o que significam as palavras do título. Some esses dois fatores à melhor companhia do mundo e resultado será um dos momentos mais agradáveis da sua vida. E é com a minha companheira pra vida, Giovanna, que provei uma das variedades de cerveja da qual mais gostei, a weissbier.
Neste agradável restaurante alemão chamado Caverna Bugre (link no post anterior) iniciamos mais uma tradição: uma vez por mês escolhemos um restaurante com boa comida, boa cerveja e bom atendimento e empreendemos uma quantia mais generosa de capital na busca de uma boa refeição. No pequeno restaurante localizado em Pinheiros (São Paulo-SP) foi onde tivemos uma maravilhosa experiencia gastronômica, da entrada ao prato principal!
Seguindo as recomendações de um livreto de título "Guia da Culinária Ogra" (um dos melhores presente que ganhei do meu amor...ela me conhece, haha) fizemos o pedido de uma porção "sem miséria" de linguiça de vitela com sal de aipo, que acompanhada de mostarda tradicional e de mostarda marrom são simplesmente sensacionais...indescritíveis. E elas praticamente gritam, berram, suplicam: CERVEJA, POR FAVOR!
E atendemos prontamente, pedindo, de uma carta também módica de cervejas, uma autentica cerveja alemã (afinal estávamos em um restaurante alemão, comendo pratos tipicamente alemães...enfim, não poderíamos simplesmente pedir uma cerveja belga ou uma tcheca ou uma inglesa, haha). Foi quando nos deparamos com a Erdinger Weissbier. Como lembrado pela Giovanna em seu post sobre a Erdinger o tipo weiss de cerveja ocupa alta posição dentre as nossas preferidas.
A cerveja tem o amargor na medida certa pro meu paladar (o que significa um amargor mais acentuado) é encorpada, não é como as pilsens, tem uma opacidade que imagino ser bem característica da variedade, e uma garrafa dela gelada é tudo que você amante de cervejas pode desejar. E o que tenho a dizer dessa maravilha dourada é que ela simplesmente merece uma cerimonia matrimonial com a já citada linguiça de vitela. Elas nasceram uma para outra. São de uma harmonização perfeita.
Seguindo minha linda namorada encerro esta postagem recomendando e muito a visita ao Caverna Bugre e, mais que isso,
uma(s) garrafa(s) de Erdinger Weissbier gelada na medida certa e, com certeza, acompanhando uma porção da famigerada linguiça!
Neste agradável restaurante alemão chamado Caverna Bugre (link no post anterior) iniciamos mais uma tradição: uma vez por mês escolhemos um restaurante com boa comida, boa cerveja e bom atendimento e empreendemos uma quantia mais generosa de capital na busca de uma boa refeição. No pequeno restaurante localizado em Pinheiros (São Paulo-SP) foi onde tivemos uma maravilhosa experiencia gastronômica, da entrada ao prato principal!
Seguindo as recomendações de um livreto de título "Guia da Culinária Ogra" (um dos melhores presente que ganhei do meu amor...ela me conhece, haha) fizemos o pedido de uma porção "sem miséria" de linguiça de vitela com sal de aipo, que acompanhada de mostarda tradicional e de mostarda marrom são simplesmente sensacionais...indescritíveis. E elas praticamente gritam, berram, suplicam: CERVEJA, POR FAVOR!
E atendemos prontamente, pedindo, de uma carta também módica de cervejas, uma autentica cerveja alemã (afinal estávamos em um restaurante alemão, comendo pratos tipicamente alemães...enfim, não poderíamos simplesmente pedir uma cerveja belga ou uma tcheca ou uma inglesa, haha). Foi quando nos deparamos com a Erdinger Weissbier. Como lembrado pela Giovanna em seu post sobre a Erdinger o tipo weiss de cerveja ocupa alta posição dentre as nossas preferidas.
A cerveja tem o amargor na medida certa pro meu paladar (o que significa um amargor mais acentuado) é encorpada, não é como as pilsens, tem uma opacidade que imagino ser bem característica da variedade, e uma garrafa dela gelada é tudo que você amante de cervejas pode desejar. E o que tenho a dizer dessa maravilha dourada é que ela simplesmente merece uma cerimonia matrimonial com a já citada linguiça de vitela. Elas nasceram uma para outra. São de uma harmonização perfeita.Seguindo minha linda namorada encerro esta postagem recomendando e muito a visita ao Caverna Bugre e, mais que isso,
uma(s) garrafa(s) de Erdinger Weissbier gelada na medida certa e, com certeza, acompanhando uma porção da famigerada linguiça!
quarta-feira, 2 de abril de 2014
De amor e de cerveja - com Edinger
Mais do que o normal, a cerveja esteve sempre presente no nosso relacionamento, seja antigamente, como apenas amigos, estreitando nossos laços assim que virei vizinha, com cerveja e conversa quase todo dia. E depois... Foi umas boas doses de cervejas e algum outro etílico que fizeram com que perdessemos a vergonha e nos amassássemos no sofá de casa, como já haviamos ensaiado sem sucesso e sem cerveja, nos dias que antecederam o primeiro.
Ao passar de semanas e dos goles já estávamos juntos oficialmente depois do pedido mais atrapalhado de namoro de todos os tempo (característica nossa). E ao longo do tempo trocamos as grandes quantidades de cervejas misturados com outros entorpecentes, por apenas cevada e conversas numa boa.
A cerveja nunca nos deixou, ela nos faz companhia quase sempre. Outro dia eu lavava louça depois de termos feito comida, e ele abriu uma Stella para incentivar. Passamos nossos dias assim, quando podemos cozinhamos, quando queremos bebemos.
Paixão pela comida é algo muito mais dele do que meu, mas cada vez mais eu aprecio uma comida bem feita em boa companhia. E por isso decidimos que todo mês iriamos em um restaurante novo que pudessemos gastar um pouco a mais e comer um pouco melhor.
E é do primeiro desses restaurantes do mês que eu tiro a cerveja de hoje.
Caverna Bugre, descoberto ao acaso em uma das páginas do Guia da Culinária Ogra, restaurante alemão de magnífica comida e com uma carta modesta mas muito boa de cerveja. Lá que experimentamos pela primeira vez a cerveja Erdinger Weiss, a estrela desse post.
A título de informação Erdinger é uma cervejaria alemã, com um nome super comprido e super díficil de ler, como a maioria das palavras em alemão, que foi fundada em 1886. É muito famosa pela cerveja Weiss, e se considera a maior cervejaria de cereais de trigo do mundo - pelo menos isso é o que o wikipédia me informou até agora.
Não sei se eles são a maior, e nem a melhor, mas definitivamente a cerveja é fantástica. Sou super parcial quando a isso pois, as Weiss são as preferidinhas. No meu ver elas são encorpadas na medida certa, refrescantes e descem perfeitamente, e essa seguiu exatamente essa linha.
Mas devo confessar que ela teve uma vantagem e um bônus, ela veio acompanha de uma porção de linguiça de vitela com sal de aipo e mostarda escura. Sinceramente, uma harmonização genial. Não tinha como ser melhor.
Termino aqui, recomendando MUITO tanto a cerveja quanto o restaurante e a linguiça. E com muita, mas muita água na boca.
Ao passar de semanas e dos goles já estávamos juntos oficialmente depois do pedido mais atrapalhado de namoro de todos os tempo (característica nossa). E ao longo do tempo trocamos as grandes quantidades de cervejas misturados com outros entorpecentes, por apenas cevada e conversas numa boa.
A cerveja nunca nos deixou, ela nos faz companhia quase sempre. Outro dia eu lavava louça depois de termos feito comida, e ele abriu uma Stella para incentivar. Passamos nossos dias assim, quando podemos cozinhamos, quando queremos bebemos.
Paixão pela comida é algo muito mais dele do que meu, mas cada vez mais eu aprecio uma comida bem feita em boa companhia. E por isso decidimos que todo mês iriamos em um restaurante novo que pudessemos gastar um pouco a mais e comer um pouco melhor.
E é do primeiro desses restaurantes do mês que eu tiro a cerveja de hoje.
Caverna Bugre, descoberto ao acaso em uma das páginas do Guia da Culinária Ogra, restaurante alemão de magnífica comida e com uma carta modesta mas muito boa de cerveja. Lá que experimentamos pela primeira vez a cerveja Erdinger Weiss, a estrela desse post.
A título de informação Erdinger é uma cervejaria alemã, com um nome super comprido e super díficil de ler, como a maioria das palavras em alemão, que foi fundada em 1886. É muito famosa pela cerveja Weiss, e se considera a maior cervejaria de cereais de trigo do mundo - pelo menos isso é o que o wikipédia me informou até agora.
Não sei se eles são a maior, e nem a melhor, mas definitivamente a cerveja é fantástica. Sou super parcial quando a isso pois, as Weiss são as preferidinhas. No meu ver elas são encorpadas na medida certa, refrescantes e descem perfeitamente, e essa seguiu exatamente essa linha.Mas devo confessar que ela teve uma vantagem e um bônus, ela veio acompanha de uma porção de linguiça de vitela com sal de aipo e mostarda escura. Sinceramente, uma harmonização genial. Não tinha como ser melhor.
Termino aqui, recomendando MUITO tanto a cerveja quanto o restaurante e a linguiça. E com muita, mas muita água na boca.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Colorado Indica
Depois de toda essa introdução acho que me resta pouco pra falar. O blog foi feito pra nós mesmos lembrarmos das cervejas, sabermos quais comprar de novo e quais não. Acredito que assim, lembrando que vamos comentar sobre a cerveja a gente presta mais atenção nela e acaba aproveitando-a melhor.
Outro fato relevante será a divergência latente, gritante, em neon piscando, quanto ao jeito de escrever meu e dele. Não sou de muitas voltas e nem muito embelezamento, gosto das coisas cruas e diretas. Farei aqui meu esforço para ser polida pois sei que o nego vai gostar do esforço, mas ainda assim não será nada comparado com o dele.
Agora, sem mais delongas, vamos ao que interessa...
COLORADO INDICA
Foi a penúltima da "leva de presentes de natal" que tomamos por um motivo bem simples, eu achei que ia odiá-la. haha Felizmente estava enganada, e apesar da dor de cabeça que estava no dia que experimentamos, eu gostei dela. Longe de entrar no hall das minhas preferidas, mas é muito boa. É uma cerveja diferente, amarga e doce ao mesmo tempo. É, na minha opinião, uma cerveja para ser degustada, para beber devagar e nem precisa estar super gelada. Uma cerveja que uma garrafa basta para saciar a vontade.
Não compraria ela muitas vezes mais pois há muito a ser experimentado, e eu sempre vou puxar sardinha pras Pilsen e pras (Amor, qual é mesma a cerveja que eu gosto além da Pilsen?) Weiss! Entretanto, juro, eu recomendo. haha
Por enquanto é isso...
Ficamos no aguardo da próxima inspiração, pois cervejas já experimentadas não faltam!
De trás pra frente: Colorado Indica
![]() |
| Foto retirada do site: http://screamyell.com.br/blog /2013/08/05/de-ribeirao-preto-cervejaria-colorado/ |
Sim, gosto muito de cerveja. De vários tipos. Desde a brasileiríssima Glacial no boteco do Pereira até Checa Pilsner Urquell num emporium na Vila Beatriz. O que importa é experimentar e numa consequência obvia e lógica, gostar ou não gostar, beber novamente ou não beber.
Seguindo a proposta inicial omitiremos apenas opiniões leigas, sem qualquer fundamento técnico-teórico-cervejeiro a respeito da quantidade de lúpulo, cevada, malte ou qualquer outro elemento que não seja: gostei, não gostei, amarga, doce, pesada, leve... Não é um manual sobre cerveja, mas sim simples anotações sobre algo que gastamos tanto de fazer juntos. Beber cerveja.
Deixando as apresentações para trás trataremos da menina dos olhos da grande Ribeirão preto, aquele buraco geográfico do capeta que de tão próximo de um dos portões do inferno (Franca) atinge temperaturas exorbitantes, tornando impressionante a façanha de se tomar uma cerveja geladinha. Mas enfim, a Cervejaria Colorado rompeu as fronteiras do interior paulista e hoje é possível encontra-la, em seus diversos tipos, em todo o Brasil, principalmente graças as facilidade dos e-commerce especializados em rótulos nacionais e internacionais como o Cube do Malte, de onde a nossa Colorado Indica veio (presente de Natal da minha linda namorada e companheira de blog, Giovanna Luchetta). Não faço ideia de como anda o mercado cervejeiro mas o que se hoje em dia é a proliferação de lojas virtuais, lojas em shopping centers ou mesmo nas ruas de grandes e também de pequenas cidades. Nessa onda, as cervejas gourmet acabam se tornando excelentes presentes pros amantes da bebida.
E é assim que chegamos à estrela de hoje: a Colorado Indica. Através de uma pesquisa básica a respeito dessa India Pale Ale descobri que, "inspirada na escola inglesa de cervejas", esta leva em sua composição um toque brasileiro, a rapadura. A impressão que tive ao prová-la é que esta é uma cerveja forte, com um amargor característico, completamente diferente de outras amargas que já provei, e sim, possui um leve dulçor junto, meio que como um caramelo. Não sei onde encaixá-la num rol de cervejas amargas, mas com certeza ao meu paladar ela ficaria exatamente no meio de uma Guinness e uma malzbier, se você colocasse no fundo do copo uma bala de caramelo pra derreter. Fez algum sentido? Haha. Ela possui uma coloração mais para cobre do que ouro e uma espuma com bolhas maiores, o que faz com que ela não seja tão cremosa como num chopp. Ao final acho que posso dizer que sim, gostei da Colorado Indica, e sim, voltaria a tomar uma garrafa. Porém não seria do meu agrado sentar e encher a cara com ela, justamente por ter um gosto muito forte e que eu não achei que desceu fácil como uma Antarctica Original trincando de gelada.
Mas com toda certeza recomendo a tentativa. É isso, como ficou claro após todo esse falatório estou apenas engatinhando quando o assunto é escrever num blog ou mesmo falar sobre cerveja. Não espero que ninguém leia, goste ou comente por aqui, mas se assim o fizer será muito bem vindo a sentar-se conosco para abrirmos uma garrafa.
Agora que algumas questões foram levantadas nesta primeira postagem os posts seguintes serão mais enxutos e diretos. Falando no que vem a seguir...com a palavra Giovanna!
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