segunda-feira, 28 de julho de 2014

Rua Paulistânia, São Paulo, SP, paulista, paulistana, Paulistânia.

Conforme prometido no post inaugural do blog, não manteríamos uma regularidade entre uma postagem e outra. Estas surgiriam conforme a inspiração do momento. E cá estou eu, enquanto a muié trampa pra botar comida na mesa, botando os miolos pra funcionar com meus afazeres acadêmicos quando me surge a vontade de relatar nossos encontros com mais uma de nossas queridinhas: a Paulistânia.

Foi coisa do destino. Acompanhando os pais da Giovanna em uma sexta-feira a noite procurávamos um lugar próximo (pois decidimos ir a pé) para beber chopp. Não beberíamos cerveja aquela noite, somente chopp, pois o pai dela gosta muito de Chopp Brahma Black e a mãe dela não toma cerveja, só chopp (sabemos que não faz sentido mas é assim mesmo, haha). Passamos em 4 bares próximos à casa deles e nenhum, aquele dia, estava servindo chopp. Num primeiro momento frustração. E então decidimos que não procuraríamos mais; no último destes 4 paramos. Um simpático bar/lanchonete/restaurante (com uma equipe não tão simpática assim nos servindo) que por anos esteve embaixo do nariz deles. Na esquina da Av. Heitor Penteado (praticamente em frente de onde eles moraram durante anos) com a (predestinada) Rua Paulistânia: foi então que nos sentamos no Chivito de Ouro.

Uma surpreendente carta de cervejas mostrava algumas importadas e algumas nacionais...como praticamente sempre costumávamos pedir uma Original resolvemos que por R$ 1,00 de diferença valeria mais a pena experimentarmos algo novo. Sim, somente R$ 1,00. Não que a Paulistânia saísse módicos R$ 5,00...o problema eram as outras cervejas nacionais, aquelas líderes de mercado: Brahma, Skol, Antarctica, Original...todas R$8,00. Nada muito espantoso tratando-se de um bar. Mas uma Paulistânia, trincando de gelada, num copo muito fera (da própria marca) por R$ 9,00 não pode-se deixar passar.

Enfim, a questão não era o preço, mas sim experimentar algo novo. Quando se experimenta algo novo sensação pode ir de nojo ao êxtase, com infinitas possibilidades entre estas duas. Pois podemos afirmar que, pelo menos para nós dois a sensação chegou muito mais próximo da melhor possível.

Amamos cerveja, mas não todo e qualquer tipo, é óbvio. Entretanto a Paulistânia nos proporcionou tudo de melhor que esperamos em uma cerveja: amargor médio pra forte (quer dizer que não é uma Guinness, muito amarga, muito menos uma Delirium Red, muito doce); encorpada (ou seja, não é mais pra água nem mais pra mingau); teor alcoólico leve, o que deixa ela refrescante e fácil de beber. Minha nota é 10.

Há neste caso um apelo mais que cervejeiro...tornou-se para nós uma coisa sentimental. Hoje, cada vez que entramos em um bar ou restaurante e vemos que tem Paulistânia no menu nosso dia melhora, haha. Mas as outras histórias vão ficar a cargo da Giovanna, até porque já me alonguei mais do que deveria. Ficam aqui mais registros felizes de nossas andanças e bebericadas. Até.